Somatória Consultoria

Ícone telefone Fone/Fax: (11) 3087-5893

News

Mercado deve planejar assistência ao idoso
17/07/2015

A preocupação com as demandas geradas por usuários acima de 60 anos já faz parte do planejamento estratégico das operadoras de planos de saúde e dos hospitais. Segundo o diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Medicina de Grupo (Sinamge), Wagner Barbosa de Castro, “As operadoras trabalham com planejamento futuro, se preparando cada vez mais para buscar alternativas na tentativa de minimizar o custo assistencial”. Castro será um dos palestrantes do painel “Economia e Longevidade: cenários que precisam ser trabalhados”, que acontece no dia 24 de julho durante o X Congresso Nacional de Operadoras Filantrópicas de Planos de Saúde, em Santos (SP).

Para Wagner Castro, as operadoras também contam com maior flexibilização do órgão regulador. “O custo de uma hospitalização com pessoas acima de 65 anos, tem superado em cinco vezes o custo médio das demais faixas etárias. O mercado vem estudando algumas alternativas, para que o impacto nos custos assistenciais, não venha inviabilizar no futuro, o segundo maior sonho dos brasileiros, que é poder continuar na sua velhice, usufruindo, do seu plano de saúde”.

O diretor do Sinamge destacou algumas políticas nacionais em relação ao idoso, mas afirmou que o governo brasileiro ainda tem muito que fazer para cumprir com suas obrigações para com este público. A expectativa é que até 2025 o Brasil possua mais de 30 milhões de pessoas acima dos 80 anos de idade. 

Enquanto isso, operadoras e rede prestadora precisam se preparar para atender o público idoso. “Muitas vezes os problemas da rede são exatamente os mesmos das operadoras que têm serviços próprios. Os programas de treinamento educativos não só para atendimento aos idosos, mas de um modo geral, têm deixado muito a desejar. Isso passa pela falta de profissionais assistenciais no mercado. Observa-se que há uma preocupação do mercado com relação ao mundo dos “grisalhos”, que será uma fatia de mercado expressivo nos próximos anos”, afirmou.

Leia a íntegra da entrevista no site www.cmb.org.br/redesaude.